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Metalúrgica Amapá reduz quebras em 74,84% com suporte do monitoramento inteligente da Tractian

Metalúrgica Amapá reduz quebras em 74,84% com suporte do monitoramento inteligente da Tractian

A adoção de uma rotina preventiva estruturada cortou falhas repetitivas e devolveu estabilidade à máquina responsável por 60% do faturamento.

Entre janeiro de 2023 e julho de 2025, a Metalúrgica Amapá reestruturou a gestão de manutenção da sua máquina modelo, um equipamento estratégico responsável por 60% do faturamento da fábrica. A aplicação do pilar de Manutenção Profissional do WCM reorganizou processos, reintroduziu procedimentos preventivos, criou padrões claros para inspeções e fortaleceu a visão preditiva. Tudo isso alinhado com os sensores da Tractian, responsáveis por dar maior previsibilidade e visibilidade para toda a operação, oferecendo diagnósticos rápidos e segurança operacional enquanto os novos padrões de manutenção eram implementados.

Desafio

A máquina modelo operava sob forte deterioração: 163 quebras registradas no período inicial, OEE baixo e um MTBF limitado. A ausência de manutenção preventiva estruturada levou a perda de faturamento, instabilidade operacional e desmotivação da equipe, que trabalhava na maior parte do tempo em um modelo corretivo. Além disso, faltavam padrões, um fluxo organizado e uma visão mais clara do histórico, o que tornava difícil identificar causas raiz e eliminar perdas.

Solução

A implantação do WCM estruturou toda a base preventiva: revisão de rotinas, criação do machine ledger, padronização das inspeções sensitiva e preditiva e definição clara dos fluxos de manutenção. Em paralelo, os sensores Tractian passaram a monitorar os equipamentos críticos em tempo real, oferecendo rastreabilidade, análises contínuas e identificação antecipada de anomalias, antes mesmo de apresentarem falhas.

Foi essa combinação do WCM com o monitoramento inteligente que reforçou a capacidade do time de eliminar deteriorações, planejar intervenções com antecedência e reduzir variabilidade operacional. A integração com a engenharia da Tractian e a segurança no processamento dos dados fortaleceram ainda mais a confiabilidade do processo.

Caso de uso

O ponto de virada ocorreu quando a equipe estruturou o mapa de 52 semanas e passou a seguir com rigor o fluxo de planejamento. Antes, falhas se repetiam por falta de padrão; depois, cada solicitação passou a ser tratada com análise técnica, criticidade e priorização. Nesse processo, os sensores Tractian atuaram como complemento essencial: detectaram anomalias que não eram visíveis entre inspeções, direcionando o time para intervenções no momento certo e reduzindo retrabalhos.

A partir daí, as intervenções deixaram de ser emergenciais e começaram a ocorrer no tempo correto, sem deteriorações forçadas e com uma rotina clara entre manutenção, PCM e produção. A máquina modelo, que antes sofria interrupções recorrentes, passou a operar com maior regularidade e previsibilidade.

Resultados e impacto no negócio

Com o equipamento operando de forma mais estável, a produtividade e o faturamento cresceram cerca de 35%, sustentados por uma nova cultura de manutenção preventiva e processos padronizados:

  • Nº de quebras caiu de 163 para 41 (–74,84%).
  • MTBF aumentou de 30h para 40h (33,3%).
  • OEE avançou de 48% para 66%.

Tudo isso fruto da aplicação disciplinada do WCM e dos sensores da Tractian, que contribuíram ao fornecer diagnósticos em tempo hábil, rastreabilidade e maior segurança para decisões técnicas, fortalecendo o processo e reduzindo falhas invisíveis entre inspeções.

“Quem não arruma tempo para trabalhar com prevenção vai arrumar tempo para trabalhar com correção.”
Rômulo Holanda
Rômulo Holanda
Gerente de Manutenção

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